TCC 2015

CTCC Bauru- Supervisão em Cursos, Workshops e Palestras.

Este blog é um espaço onde nossos alunos e supervisionandos poderão tirar suas dúvidas e receberem indicações que poderão complementar o seu contínuo aperfeiçoamento como Terapeuta Cognitivo; além de acompanhar a programação atualizada das atividades do CTC Bauru e o programa mensal dos cursos em andamento.



Fale conosco: arnaldo@ctccbauru.com.br

Coordenação: Arnaldo Vicente, Especialista em TC.



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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pergunta: O que ocorre quando se insiste em responder aos: e se...?

Resposta do Supervisor: Geralmente esta pergunta faz parte do repertório das pessoas em ansiedade.
Exemplo; Dúvida: E se eu não conseguir dar uma boa palestra? Resposta: Não há motivo para crer nisto, conheço bem o assunto e estou preparado para falar sobre o tema.
Dúvida: E se...uma pessoa falar sobre um assunto que você não está tão preparado? Resposta: Numa palestra existe uma meta clara e anunciada, ou seja, há uma delimitação sobre o tema. As perguntas fora do tema são frutos da inadequação do ouvinte, estarei tranquilo quanto a isto. Dúvida: E se...você começar a se sentir mal, ou se houver um apagão e o projetor não funcionar, a porta do auditório emperrar..etc?
Na ansiedade o número de perguntas é proporcional a insegurança almejada na situação, ou seja, de 100%! A pessoa em ansiedade busca uma segurança perfeita explorando todas as possibilidades de insegurança que lhe ocorrer, mesmo as menos lógicas. Ao final a pessoa em ansiedade não encontra a resposta que acalma 100% e usa isto como uma evidência de sua incapacidade de sucesso. Quanto mais persegue a segurança, o controle, mais fracassada e vulnerável se sentirá.
Resolvemos isto ficando atento em quanto nosso questionamento ajuda na nossa realização da meta situacional. Estamos sendo produtivos à meta?
Até mais.
Arnaldo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pergunta: O que é o efeito paradoxal na ansiedade?

É quando o resultado obtido é justamente o contrário do que gostaríamos de evitar. Exemplo: queremos aprender a nos proteger do medo, mas quanto mais o evitamos mais ele aumenta e nos amedronta. No caso de evitar um medo real isto é funcional, no caso do medo imaginário isto é disfuncional. É o caso da ansiedade generalizada, da síndrome do pânico, da agorafobia, da fobia social, do medo na depressão,do medo de dirigir, etc. Os comportamentos de proteção, nestes casos, são chamados de disfuncionais. Eles aumentam a nossa disfuncionalidade. Precisamos ir na direção deles para descobrir que não são reais.

Até mais. Arnaldo.